Tenho um namorado, lindo, fofinho e tudo e tudo. Estamos juntos há quase dois anos e eu amo-o como (ou mais que) no primeiro dia. E sei que quero passar o resto da minha vida com ele, mas juro que, às vezes, penso que ele não sente o mesmo. E depois ele diz-me que eu sou uma tontinha e que me ama mais que tudo e eu fico mais descansada. E se calhar (provavelmente) é tudo da minha cabeça e da minha sensibilidade periódica (se é que me entendem).
E pronto, cabecinha, vamos lá pensar em coisas boas e esquecer as parvoíces.